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Como convencer os outros a confiar nos seus instintos e a seguir suas ideias

Você pode transformar sua intuição em influência de uma forma que gere confiança, conquiste credibilidade e leve as pessoas à ação

Veja como transformar sua intuição em influência e expressar seu “sexto sentido” de uma forma que gere confiança, conquiste credibilidade e leve as pessoas à ação.

Dê nome ao padrão que você está reconhecendo

Uma reação instintiva acontece porque seu cérebro está identificando padrões em segundo plano. No momento em que você se depara com uma decisão, sua mente a compara com milhares de experiências passadas e rapidamente prevê um resultado.

Pergunte a si mesmo: “Isso me lembra do quê?” Talvez a equipe esteja subestimando um prazo, como já fez em outro projeto. Pode ser que o mercado pareça semelhante à última vez em que você aproveitou uma oportunidade.

Você pode sentir resistência a um caminho ou perceber uma oportunidade em uma ideia, mas não conseguir formular uma explicação clara na hora. Dê a si mesmo um momento para pensar e extrair mais informações fazendo uma pergunta de esclarecimento.

Por exemplo: “Antes de opinar, estou com um pressentimento sobre o prazo. Como chegamos a seis meses?” ou “Quero ter certeza de que entendi. Pode me explicar o raciocínio por trás desse plano?”

Muitas vezes, a explicação vai acionar a lembrança específica ou a conexão que seu cérebro estava tentando acessar. Agora você tem algo concreto a que se referir, em vez de uma objeção vaga. Você criou uma conversa curiosa, em vez de fazer uma afirmação unilateral de que algo vai ou não funcionar.

Reserve-se o direito de voltar ao assunto

A intuição é poderosa, mas não é infalível. Às vezes, vale a pena dar um tempo para checar fatos ou avaliar sua reação instintiva e evitar vieses.

Você pode dizer: “Algo aqui não parece certo, mas preciso processar melhor o que estou percebendo. Retomo isso amanhã” ou “Quero refletir um pouco para garantir que não estou confundindo com outra situação.”

Isso lhe dá espaço para refletir e revisar suas suposições. As pessoas tendem a ouvir mais quando você demonstra que sua contribuição é ponderada, e não impulsiva.

Transforme o abstrato em histórias

Dados quantitativos costumam ser valorizados acima de tudo. Números parecem objetivos, defensáveis e rigorosos. Mas nem tudo pode ser medido em termos absolutos. Dados qualitativos — aqueles que surgem de conversas e observações, dos quais a intuição se alimenta — também importam.

Estudos mostram que as pessoas lembram melhor dos detalhes quando eles são apresentados em forma de história. Portanto, em vez de dizer “acredito muito que este produto será um sucesso”, substitua isso por um exemplo concreto.

Proponha uma decisão reversível

Às vezes, é um salto grande demais esperar que as pessoas confiem no seu instinto sem nenhuma prova. Então, reduza o risco propondo um teste em pequena escala ou um projeto piloto. Seus colegas e superiores têm muito mais chances de aceitar uma ideia quando o risco é controlado.

Você pode dizer: “Meu instinto diz que há uma oportunidade em X, mas ainda não consigo provar. E se lançarmos em uma região por 90 dias e depois reavaliarmos? Se eu estiver errado, voltamos atrás.”

Você passou anos acumulando experiência e refinando seus instintos. Agora, seu trabalho é tornar essa inteligência interna visível e clara para os outros.